Como a realidade virtual transformou a diversão dos carrinhos de choque

Os carrinhos de choque e as montanhas-russas são dois dos divertimentos mais populares de qualquer parque temático, repletos de emoções fortes. Já imaginou quando se “passa ao nível seguinte” e se adiciona elementos lúdicos virtuais, capazes de transportar os utilizadores em ambientes distintos da realidade? A proposta da parceria entre a Qualisys, especialista em tecnologia de captura de movimentos com precisão, e a HolodeckVR, empresa responsável por diversas experiências em realidade virtual é única: adicionar aos carrinhos de choque óculos de realidade virtual.

O objetivo é dar às pessoas um contexto interativo distinto quando pega no volante de um carrinho de choque, sendo transportado virtualmente para um mundo retro-futurístico (Steam Punk) em corridas com carros movidos a vapor, numa área do oeste selvagem.

A Qualisys utilizou um sistema de captura multi-câmara para capturar os veículos, com a menor latência possível, utilizando 80 alvos com centenas de marcos. Tudo isto para o sistema conseguir cobrir todo o recinto da atividade, localizado na Alemanha, no parque temático Erlebnispark Schloss em Nuremberg.

A experiência virtual oferece uma sensação de velocidade muito superior à realidade dos carrinhos de choque, e a arena lúdica é maior, criando emoções de saltos e passagens ao lado de abismos. Os utilizadores não só terão de competir entre si, como terão de lidar com robots gigantes inimigos que atacam os condutores. Será possível trabalhar em equipa e utilizar os diversos power ups recolhidos na estrada ao longo da corrida.

blank.png

As empresas já tinham adicionado realidade virtual a montanhas-russas, colocando os utilizadores em cenários repletos de perigos e super-heróis, exponenciando as emoções dos utilizadores.

Source Link

« Previous article Contra pontos da reforma da Previdência | Chave na eleição, agora bancada 'boi, bala e Bíblia' nega apoio a Bolsonaro
Next article » De volta a níveis pré-seca, rio São Francisco tem menos restrições para uso das águas